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Luiz Bras Resenha “Mestre das Marés”

O escritor Luiz Bras resenhou o romance Mestre das Marés, segundo livro da série As Lições do Matador, de Roberto Causo.

 

Arte de capa de Vagner Vargas.

A resenha apareceu em 4 de março no blog Ficção Científica Brasileira, que se dedica à FC nacional, em textos de até 500 palavras.

 

Na resenha, Luiz Bras começa reclamando que, na maior parte da space opera militar no campo audiovisual, “as séries e os filmes tendem a ser mais sensuais e pirotécnicos (atores bonitos, música vibrante, lutas coreografadas, explosões) e menos conceituais e abstratos (aprofundadas noções científicas, sutilezas filosóficas, inteligência tática, pragmatismo) do que os contos e os romances”. E ainda: “Nas space operas audiovisuais, por exemplo, nada me aborrece mais do que as batalhas no espaço. Quando duas frotas antagônicas se encontram, não há qualquer planejamento, não há a mínima estratégia. Os artilheiros e os pilotos parecem malucos chapados. Os caças voam bestamente atirando pra todos os lados. Em solo a situação não é melhor: as tropas parecem mais um bando de bárbaros desnorteados, gritando e disparando a torto e a direito.”

 

Em contraste e sobre Mestre das Marés, Luiz Bras observa:

“Um dos elementos mais elaborados oferecidos pelo romance Mestre das Marés, de Roberto de Sousa Causo, é justamente o que falta nas minisséries e nos filmes de ficção científica militar: estratégia. […] Também dá gosto ler uma space opera em que a maioria dos personagens é parda, negra ou índia.” —Luiz Bras.

A resenha completa você pode conferir aqui.

 

 

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Edgar Smaniotto Divulga Resenha de “Glória Sombria”

O Prof. Edgar Smaniotto, da Faculdade de Ensino Superior do Interior Paulista, disponibilizou no seu site pessoal resenha de Glória Sombria: A Primeira Missão do Matador, de Roberto Causo, antes publicada na revista Perry Rhodan Volume 23, em abril de 2016.

 

Smaniotto abre a resenha tratando do autor: “Roberto de Sousa Causo é um prolífico escritor e crítico literário de literatura especulativa, tem obras (livros, contos, noveletas) escritas em diversos subgêneros, que vão da fantasia heroica à ficção científica hard. Causo investe também em dois subgêneros que são pouco afeitos aos escritores brasileiros, a ficção ufológica e a ficção de guerra futura. Por ter grande interesse tanto em ufologia quanto em estudos sobre guerra, sempre fui um leitor atento à obra de Roberto Causo.”

Arte de capa de Vagner Vargas.

Em Glória Sombria (Devir Brasil, 2013), o primeiro romance da série As Lições do Matador, Smaniotto identifica: “batalhas espaciais ao estilo próprio da space opera; explicações científicas para a tecnologia e descrição do cenário espacial com bastante rigor técnico e científico, típicos da literatura hard; e uma preocupação com a descrição de armamentos e táticas de batalhas, que geralmente encontramos em romances de guerra futura. Uma composição mais ou menos equilibrada de aventura, ciência e militaria capaz de contentar até o leitor mais exigente.”

Dirigindo-se aos leitores da revista Perry Rhodan, Smaniotto observa que “Causo criou um universo ficcional de expansão da espécie humana e contato com entidades alienígenas que podem lembrar ao fã de Perry Rhodan os primeiros ciclos da série …” E ainda, que a “leitura de Glória Sombria certamente não desapontará o leitor de Perry Rhodan ou leitores acostumados com ficção científica hard e militar em geral. Um dos pontos fortes do livro, inclusive, é a preocupação do autor com os dados técnicos de armamentos, naves espaciais e hierarquia militar, um estilo de contar uma boa historia que eu realmente aprecio nos textos de Causo.”

 

A resenha foi disponibilizada no site de Edgar Smaniotto em 21 de outubro de 2017. O texto completo da resenha você encontra aqui.

 

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“Selva Brasil”, de Roberto Causo, Ainda Chama a Atenção

Lançado pela Editora Draco em 2010, a novela de história alternativa Selva Brasil, de Roberto Causo, continua chamando a atenção dos blogueiros literários. A Draco tem um trabalho muito bom de divulgação nos blogs, fazendo circular exemplares do livro e resultando em críticas positivas e recomendações, nos últimos dois anos.

 

Arte de capa de Erick Sama.

Selva Brasil foi escrito no início da década de 1990, parte de um trio de novelas de ficção científica ambientadas na Amazônia, e que inclui Terra Verde (também publicada pela Draco) e O Par: Uma Novela Amazônica (ganhadora do Projeto Nascente 11 e publicada pela Editora Humânitas). Erick Sama fez a capa e editou o livro.

A novela imagina o resultado, em 1993, de uma invasão das Guianas, na fronteira norte do país, pelas forças armadas brasileiras, seguindo um plano esboçado pelo Presidente Jânio Quadros no início da década de 1960 — fato que faz parte das “teorias de conspiração” da história do Brasil.

Em dezembro de 2016, Yvens Castro escreveu no blog Saga Literário: “Selva Brasil é uma grata surpresa, pois consegue mesclar elementos de aventura, guerra e ficção científica. O autor traz uma obra eletrizante, apresentando uma linguagem informal, repleta de gírias militares, o que torna a história mais real … Recomendo a obra, principalmente para quem gosta de ficção científica.”

Em janeiro de 2017, Carlos Rocha, no site do Selo Multiverso Editorial, resenhou Selva Brasil e comentou: “Selva Brasil mergulha o leitor num ambiente chuvoso e tenso, onde um conflito de guerrilha se desenrola, e bem referenciado com a terminologia própria utilizada pelos militares do exército brasileiro, gírias, nomes de armamentos e veículos militares … É um livro recheado de ação … Além disso, há um dimensão íntima que surge das dúvidas, memórias e angústias do protagonista na medida em que a trama avança … É uma prosa simples, direta, mas que em alguns trechos alcança um aspecto poético, na descrição de situações, da natureza e da dimensão dos sentimentos.”

Também em janeiro, Paulo Vinicius F. dos Santos resenhou o livro no blog Ficções Humanas, afirmando: “A escrita do autor é fantástica. Quando eu percebi o que ele estava fazendo, meus olhos brilharam … [No] geral o livro é bom e apresenta elementos curiosos como a própria escrita do autor e a ambientação criada na qual ele centra sua trama.”

E em julho, Rodrigo Mozelli discutiu o livro no blog Bio-Livros: “Selva Brasil cumpre o que promete, é leitura rápida … e obrigatória para quem, como eu, gosta de uma boa leitura sobre guerra e, ainda mais, quando mistura este universo com uma boa pitada — na medida certa — de ficção.”

Selva Brasil está disponível em papel e como e-book. Confira no site da Editora Draco.

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