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“Shiroma: Phoenix Terra” É o Primeiro e-Book da Série

O Malean Studio/Selo Miskdo lançou no finzinho de 2020 o primeiro e-book da série Shiroma, Matadora Ciborgue. Visto antes na revista Universo GalAxis Anual 2019, a noveleta Shiroma: Phoenix Terra dá início ao novo ciclo de aventuras da heroína espacial do Universo GalAxis.

 

Arte de capa de Carlos Rocha.

 

Treinada para ser uma arma humana de grandes capacidades, a ciborgue Shiroma possui biocibersistemas únicos, que despertam a cobiça da Associação Céu e Terra da Era Galáctica, uma poderosa organização criminosa com tentáculos por todas as Zonas de Expansão Humana.

Para enfrentar este sindicato do crime, Shiroma precisa de recursos financeiros. Disfarçada como estudante de arqueologia, ela vai ao estranho planeta Phoenix Terra para ver Torgo Borkien, um especialista em arte alienígena que pode ajudá-la a vender artefatos valiosos de origem misteriosa.

Mas Shiroma logo descobre que, por trás da sua ecologia monótona e da ocupação humana aparentemente tranquila, Phoenix Terra esconde uma sucessão de armadilhas e perversões.

Com uma fabulosa arte de capa de Carlos Rocha, diagramação original de Taira Yuji, e ilustrações internas de Eduardo Brasil.

Disponível como e-book Kindle na Amazon Brasil, como parte do programa Kindle Unlimited, e também na Amazon Internacional como e-book e como print replica no esquema de impressão por demanda.

“Uma das personagens femininas mais interessantes da contística atual, em tempos de igualdade de gênero e empoderamento da mulher. Ela protagoniza os contos de ação e reflexão, em que se entrelaçam perenes conflitos sociais e morais…” —Folha de S. Paulo.

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“Glória Sombria” É Recomendado na Internet

O primeiro romance do Universo GalAxis, Glória Sombria: A Primeira Missão do Matador, de Roberto Causo, foi recentemente recomendado na internet. O livro pertence ao Ciclo pós-Retração Tadai, da série As Lições do Matador.

 

 

 

Arte de capa de Vagner Vargas.

 

Davenir Viganon fez uma resenha do romance no seu blogue Wilbur D: Resenhas, Downloads, Contos em 17 de agosto de 2020. Ele destaca:

“Esperava encontrar ação frenética por ser um livro curto e que não haveria espaço para muita coisa além disso, mas o livro diverte pela construção do cenário e as engrenagens políticas que dão uma boa profundidade ao universo… O livro é como um episódio piloto de algo mais longo mas bom o suficiente para me fazer procurar mais pelo universo.”

Mais tarde, Viganon fez um vídeo sobre Glória Sombria no seu canal do YouTube, Diário de Anarres. Ali ele expande:

“A característica que mais me atraiu na história é que ele é politicamente dividido, não entre as facções de cada planeta ou conjuntos de planetas, mas a Terra ainda é, apesar de ter encontrado muitas civilizações, de já ter encontrado até um inimigo pr’a humanidade, que deveria unir eles — só que não… Também isso é outra coisa bacana, porque o Brasil e toda a América Latina têm importância no cenário político não só da Terra mas ali na região de expansão humana. É muito bacana ver as intrigas que estão acontecendo, enquanto a humanidade toda deveria estar unida, o que dá uma maturidade pro universo… Eu recomendo o livro, gostei bastante do livro, e acho que é uma série que merece uma chance.”

No MyBest: Serviço de Recomendação de Livros e Filmes, Bruna Trigueiros criou a lista “Top 20: Melhores Livros de Ficção Científica de 2020 (Atuais e Clássicos)” e abriu a subdivisão dos livros atuais com Glória Sombria, incluindo a seguinte nota:

“Desde 1989, Roberto de Sousa Causo publica contos em revistas e livros no Brasil e outros países. Ele escreve terror, fantasia e hard sci fi. Em Glória Sombria, Causo se aventura num gênero único: a space opera militar, cheia batalhas, intrigas e estratégias. No século XXV há uma guerra entre os humanos e os Tadais. Jonas Peregrino, um jovem oficial descendente de brasileiros, é chamado para treinar uma unidade de elite por seu talento como estrategista. O livro curto com preço baixo conta a história da primeira e dificílima missão dessa tropa.”

Na sua lista de destaques da ficção científica atual também estão Encarcerados, de John Scalzi; A Cidade e a Cidade, de China Miéville; O Caçador Cibernético da Rua 13, do brasileiro Fábio Kabral; Matéria Escura, de Blake Crouch; Perdido em Marte, de Andy Weir; Justiça Ancilar, de Ann Leckie; O Problema dos Três Corpos, de Cixin Liu; Jogador N.º 1, de Ernest Cline; e A Longa Viagem a um Pequeno Planeta Hostil, de Becky Chambers.

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Novo Livro de Contos de Roberto Causo: “Brasa 2000”

Em junho de 2020, a Editora Patuá enviou pelo correio os primeiros exemplares vendidos de Brasa 2000 e Mais Ficção Científica, a coletânea de contos de Roberto Causo incluída na respeitada coleção Futuro Infinito, editada por Luiz Bras.

 

Arte de capa de Teo Adorno.

Com 204 páginas, Brasa 2000 e Mais Ficção Científica é dividido em quatro seções: “Aqui, Agora, Futuro Próximo”, “Tupinipunk”, “Steampunk” e “Space Opera”, reunindo um total de 11 histórias. Abrindo com “Infiltrado”, publicado originalmente em 1992, e fechando com “Tengu e os Assassinos” (2013), uma noveleta pertencente à série As Lições do Matador, do Universo GalAxis, o livro é uma amostra dos trinta anos de carreira do escritor na ficção científica.

O conto “Brasa 2000” (2006), que dá título ao livro, é uma história de guerra futura publicada na Argentina, Brasil, Cuba e Espanha, tendo aparecido em duas antologias internacionais de ficção científica latino-americana.

A Coleção Futuro Infinito, com dois anos de existência, apresenta títulos de Fábio Fernandes, Braulio Tavares, Claudia Dugim, Marco Aqueiva, Ivan Carlos Regina e Michel Peres.

Apresentando capa de Teo Adorno, no mesmo padrão de capas de todos os livros da Futuro Infinito, Brasa 2000 e Mais Ficção Científica apresenta texto de orelha de Marcello Simão Branco, a coletânea traz ainda texto de contracapa de Nunes Dias, sublinhando a versatilidade de Causo:

“Dos muros pixados por um cangaceiro jedi num corrompido bairro do Morumbi às etnias resguardadas do colapso financeiro nos fundões da Amazônia, das hordas marcianas invadindo os subúrbios cariocas nos estertores do século dezenove à cultura oriental que refloresce resguardada num planeta distante… A antologia Brasa 2000 nos presenteia com um vislumbre panorâmico da produção de Roberto de Sousa Causo, um dos autores mais importantes da ficção científica brasileira. À space opera, ao steampunk e à FC tradicional e sua miríade de tropos junta-se o aguerrido tupinipunk, termo cunhado pelo próprio Causo. As histórias contidas aqui — incluindo um conto antológico reunindo o capitão Jonas Peregrino e a assassina ciborgue Shiroma — homenageiam as influências clássicas, torcem as rédeas monótonas da realidade e oferecem ótimos momentos de uma voz autenticamente brasuca.” —Nunes Dias. Na contracapa de Brasa 2000 e Mais Ficção Científica.

O livro está disponível para compra na loja virtual da Patuá.

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Roberto Causo É Entrevistado no “Almanaque de Arte Fantástica Brasileira”

Marcello Simão Branco, jornalista, cientista político e fã histórico de ficção científica entrevistou o escritor Roberto Causo, criador do Universo GalAxis, para o Almanaque de Arte Fantástica Brasileira, que ele mantém com o seu colaborador de longa data, Cesar Silva.

 

 

O blogue Almanaque de Arte Fantástica Brasileira é uma poderosa ferramenta de acesso a recursos de ficção científica, fantasia, horror e literatura fantástica. Representa uma continuidade, em outro formato, do importante Anuário Brasileiro de Literatura Fantástica, que Branco & Silva publicaram ao longo de uma década.

A entrevista foi postada em 1.º de novembro de 2019, e nela Branco e Causo comentam os 30 anos de carreira do escritor e discutem o que mudou nesse tempo, no campo da ficção científica brasileira, a sua comunidade de fãs e com a recente produção intelectual e acadêmica voltada para a FC no Brasil.

O Universo GalAxis também é abordado, assim como a influência da série alemã Perry Rhodan sobre ele e as novidades e projetos futuros do universo que combina as séries As Lições do Matador e Shiroma, Matadora Ciborgue.

Marcello Simão Branco foi um dos criadores, com Renato Rosatti, do importante fanzine Megalon, e é um dos mais longevos observadores do campo da ficção especulativa no Brasil. Com Cesar Silva ele editou a revista HorrorShow e participou da Editora Pecas, além de fundar a Sociedade Brasileira de Arte Fantástica e organizar convenções de FC e de horror. Branco, que também é professor universitário de Ciência Política, editou as antologias Outras Copas, Outros Mundos (1998) e Assembleia Estelar: Histórias de Ficção Científica Política (2010), esta última com a noveleta das Lições do Matador, “Trunfo de Campanha”. É assim que ele abre a entrevista com Roberto Causo:

Conheço o Causo desde setembro de 1987, faz tempo, a partir de uma reunião mensal do Clube de Leitores de Ficção Científica, em São Paulo. Artista e militante em tempo integral, fez tudo e mais um pouco em prol da ficção científica e fantasia no país desde então. O que se faz com as perguntas a seguir é além de celebrar a longevidade de sua carreira, reconhecer sua importância, que se confunde com a trajetória e desenvolvimento do gênero no país. Pois se ele, numa visão de conjunto, se estabeleceu como um dos nossos autores mais relevantes, tem uma contribuição multiforme, e não menos significativa: fã, fanzineiro, ilustrador, crítico e ensaísta, editor, tradutor, pesquisador acadêmico, organizador de eventos.

A entrevista você encontra aqui.

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Carlos Rocha Resenha “Mestre das Marés”

O autor e crítico Carlos Rocha escreveu uma resenha muito positiva do romance das Lições do Matador, Mestre das Marés (Devir Brasil, 2018).

A resenha foi publicada no Selo Multiversos Editorial, espaço no qual Rocha tem desenvolvido a sua atividade de crítico literário, já há alguns anos. Ele tem dado atenção a vários livros de Roberto Causo, o autor de Mestre das Marés.

Na resenha, Rocha comenta que o romance “é uma space opera militar com uma inclinação para a ficção científica hard“, e destaca a alternância da narrativa em terceira pessoa com uma narrativa em primeira pessoa, da personagem Camila Lopes, uma jornalista que acompanha a operação dos Jaguares do Capitão Jonas Peregrino, nas vizinhanças do buraco negro Firedrake. “Essa dinâmica narrativa que alterna a investigação jornalística de Camila com a ação propriamente dita liderada por Peregrino funciona muito bem”, escreve. “É criada uma tensão e contraste de pontos de vista que ajudam a construir a camada psicológica da trama.”

Outro aspecto destacado pelo crítico é a cultura militar presente no romance: “A vida militar, seus equipamentos, jargão e forma de agir são muito bem representadas pelo autor, mas o melhor de tudo é a dinâmica das batalhas. É notável a habilidade de Roberto para imaginar e compor complexos cenários de batalha militar, seja espacial, seja combate à pé, considerando tecnologias e equipamentos que não existem, especulados à partir da imaginação de um possível desenvolvimento científico e suas consequências.”

Bastante completa, a resenha avalia também o Universo GalAxis até este ponto, citando os livros anteriores e observando que “o Universo GalAxis certamente é um dos cenários de ficção científica mais vibrantes (e ainda em expansão) no âmbito da FC nacional. Um conjunto de obras que você não pode deixar de conhecer.”

A resenha completa está aqui.

 

Arte de capa de Vagner Vargas.

 

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