Notícias Interceptadas

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“Glória Sombria” Tem Edição em e-Book

Glória Sombria agora em versão e-book!

 

Arte de capa de Vagner Vargas

O primeiro livro da série As Lições do Matador recebeu em julho de 2018 a sua primeira edição eletrônica. Glória Sombria: A Primeira Missão do Matador mostra os passos iniciais do Tenente Jonas Peregrino na Esquadra Latinoamericana da Esfera, para onde foi transferido por interferência direta do Almirante Túlio Ferreira.

Chegando à Esfera, maior região em conflito da galáxia conhecida, Peregrino é encarregado de formar e treinar uma unidade secreta de operações especiais, que logo atrai a atenção hostil de autoridades que estão acima do próprio Almirante Túlio. Após resistir a uma primeira tentativa de invasão das instalações da unidade que ficaria conhecida como Jaguares, Peregrino e seus comandados recebem a sua primeira missão: preparar o terreno para uma grande operação militar que busca salvar uma colônia mineral estabelecida por uma civilização amiga, da aniquilação pelas naves-robôs dos misteriosos alienígenas tadais.

Glória Sombria: A Primeira Missão do Matador abre a série de space opera As Lições do Matador, e foi um romance finalista do Prêmio Argos de Literatura Fantástica, promovido pelo Clube de Leitores de Ficção Científica. A nova edição, pela Devir Brasil, mantém a bela ilustração de capa de Vagner Vargas, o mais experiente artista brasileiro de ficção científica, e corrige alguns problemas no texto da edição impressa, de 2013.

A edição em e-book está disponível na Amazon Brasil. Você pode ler uma prévia do livro aqui.

 

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Roberto Causo Assina com a Agência Literária Magh

Em meados de maio de 2019, Roberto Causo se tornou um dos escritores representados pela Agência Literária Magh, comandada por Gabriela Colicigno e Isabela Leite.

 

 

É a primeira vez que o escritor assina contrato com uma agência literária. Isso acontece no momento em que ele completa 30 anos de carreira, iniciada em 1989 com a publicação do conto “A Última Chance” (como “La Derniere Chance”) na revista francesa Antarès—Science Fiction et Fantastic sans Frontieres N.º 34, do editor Jean-Pierre Moumon. São três décadas de atividade literária ininterrupta. O anúncio da representação pela Magh foi feito em 30 de maio.

Criada por Colicigno & Leite em princípio de 2019, a Agência Magh é nova no mercado. O site da agência declara a intenção: “Nosso trabalho é encontrar as melhores histórias brasileiras de fantasia, ficção científica e terror e ajudar seus autores a mostrá-las para todo mundo, fazendo a ponte com editoras. Trabalhamos com romances e novelas, principalmente.” As escritoras Anna Martino e Lady Sybylla estão entre suas clientes.

Para Roberto Causo, assinar com a Magh representa a oportunidade de alcançar outros públicos e aparecer em veículos inesperados.

Meme da Agência Literária Magh brincando com uma ficha tipo RPG e divulgado no Twitter quando do anúncio de que o autor assinou com a agência. Crédito da foto: Beatriz Takeshita.

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Roberto Causo no Portal Galego da Língua

O escritor, tradutor e editor baiano Paulo Soriano estreou em 2 de abril a coluna “Grotesco & Arabesco: Universo Fantástico”, no site PGL-Gal, o Portal Galego da Língua.  A coluna é dedicada a fazer a ponte entre as culturas literárias da Galícia e do Brasil.

 

Em 15 de abril de 2019, Soriano publicou em sua coluna “O Laboratório do Dr. Frankenstein”, conto de fantasia contemporânea escrito por Roberto Causo e publicado originalmente no Terra Magazine em dezembro de 2007. Esta foi apenas a segunda publicação do conto.

 

Na postagem, Soriano apresentou Causo como “um dos principais expoentes da moderna ficção fantástica brasileira”, e destacou sua publicação recente na “antologia de ficção científica A Voz dos Mundos, publicada pela [casa editorial galega] Através Editora, com o conto ‘Elocução Final'” — que parte da série Shiroma, Matadora Ciborgue. Soriano organizou a antologia, juntamente com o escritor galego Valentim Fagim. No Brasil, Paulo Soriano é o curador do site Contos de Terror.

 

Soriano também destacou que “Causo completa 30 anos de carreira: a sua primeira história, o conto ‘A Última Chance’, apareceu na revista francesa Antarés-Science Fiction et Fantastique sans Frontièresem 1989″.

 

“O Laboratório do Dr. Frankenstein”, ainda segundo a dinâmica figura literária baiana, é um “conto natalino em que um homem arruinado tem um surpreendente encontro com o seu monstro interior”. A história se passa na cidade de Sumaré, no Interior de São Paulo — a mesma ambientação dos romances Anjo de Dor (2009) e Mistério de Deus (2017), de Causo.

 

Arte de capa de Vagner Vargas.

A postagem completa, na coluna “Grotesco & Arabesco: Universo Fantástico” está aqui.

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Roberto Causo em Antologia de FC Latino-Americana

O escritor Roberto Causo é o único brasileiro incluído na antologia de ficção científica latino-americana América Fantástica, editada por Mariano Villarreal para a editora espanhola Huso.

 

 

Brasa 2000” é o conto de Roberto Causo, selecionado por Mariano Villarreal, experiente editor espanhol, responsável pela série de antologias Nova Fantástica. O conto de Causo uma narrativa de guerra futura ambientada na cidade de São Paulo, durante uma guerra entre Brasil e Argentina, na qual drones de ataque são utilizados na grande metrópole. A história apareceu primeiro em Ficções: Revista de Contos N.º 15 (2006), e no mesmo ano na revista eletrônica argentina Axxón N.º 169 (2006), com tradução de Sergio Gaut vel Hartman, e em outra antologia de FC latino-americana, Qbit: Antología de la nueva ciencia ficción latinoamericana, editada por Raúl Aguiar para a Casa de las Americas, em Havana, Cuba, e publicada em 2012. O conto saiu ainda na revista eletrônica Perry Rhodan Volume 44, em 2016.

Histórias de guerra futura são raras no Brasil. Há precedentes, porém, como o romance A Invasão (1980), de José Antonio Severo, e o conto “A Pedra que Canta” (1991), de Henrique Flory. Mais tarde, a invasão do Iraque em 2003 levou a uma pequena onda de romances de guerra futura envolvendo o choque de uma superpotência tecnológica com o Brasil. A Guerra da Amazônia (2004), de Carlos Bornhofen, é um exemplo, assim como A Ira da Águia (2005), de Humberto Loureiro.

Villarreal calcula que, não havendo atrasos, “a antologia começará sua distribuição no mês de abril, dividida em dois volumes por razões comerciais (só o primeiro já ocupa 500 páginas)”. Fala-se em uma promoção do livro entre  17 e 20 de julho, quando “se celebra el Festival Celsius em Avilés, o evento literário mais importante do estado espanhol quanto à literatura fantástica e de ficção científica”. A Huso Editorial y Ediciones Cumbrias, de Madrid, é dirigida por Mayda Bustamante e possui um caráter bem internacional.

O índice de América Fantástica: panoráma de autores latinoamericanos fantásticos del nuevo milénio (abaixo) revela que “Brasa 2000“, na tradução de Sergio Gaut vel Hartman, é a única contribuição ficcional brasileira — uma honra para Roberto Causo, que também escreveu para Villarreal um ensaio curto sobre a ficção científica no Brasil, incluído no livro.

PRÓLOGO, por Mariano Villarreal

ARGENTINA
FANTÁSTICO Y CIENCIA FICCIÓN EN ARGENTINA, por Mariano Villarreal & Laura Ponce
BONSAI, de Martín Felipe Castagnet
EL DESENTIERRO DE LA ANGELITA, de Mariana Enríquez
LA CIUDAD DE LOS CÉSARES, de Carlos Gardini
EL CÍRCULO SE CIERRA, de Sergio Gaut vel Hartman
LOS REYES MUERTOS, de Teresa P. Mira de Echeverría
SIDGRID, de Laura Ponce
OCTAVIO, EL INVASOR, de Ana María Shua

BOLÍVIA
LA SEMILLA DE LA CIENCIA FICCIÓN BOLIVIANA, por Giovanna Rivero
NUESTRO MUNDO MUERTO, de Liliana Colanzi
LA CASA DE LA JERERE, de Edmundo Paz Soldán
PASÓ COMO UN ESPÍRITU, de Giovanna Rivero

BRASIL
CIENCIA FICCIÓN BRASILEÑA, por Roberto de Sousa Causo
BRASA 2000, por Roberto de Sousa Causo

COLÔMBIA
CIENCIA FICCIÓN COLOMBIANA: EN NUESTRO CASO ES ENCUENTRO, por Rodrigo Bastidas Pérez
SIMBIOSIS, de Luis Carlos Barragán
SACRIFICIO DE DAMA, de Julio César Londoño
EL NIÑO SIN BRAZO, de Cristian Romero

COSTA RICA
LA CIENCIA FICCIÓN EN COSTA RICA (1899-2018), por Iván Molina Jiménez
FRENTE FRÍO, de Jessica Clark
BICENTENARIO, de Iván Molina Jiménez

CUBA
LA CIENCIA FICCIÓN EN CUBA, por Daína Chaviano & Elaine Vilar Madruga
KAREL 5092, de Raúl Aguiar
NÍOBE, de Daína Chaviano
GOMEN NASAI, LORCA-SAN, de Michel Encinosa Fú
RECUERDOS DE UN PAÍS ZOMBI, de Erick J. Mota
MARIPOSAS DEL OESTE, de Elaine Vilar Madruga
AMBROTOS, de Yoss

CHILE
CIENCIA FICCIÓN A LA CHILENA, por Marcelo Novoa
MARIANA, de Jorge Baradit
PATRIA AUTOMÁTICA, de Álvaro Bisama
SPOILED, de Alicia Fenieux
LOS QUE NO VUELVEN, de Gabriel Mérida
EL ÚLTIMO VIAJE DEL TIRPITZ, de Alberto Rojas Moscoso

PRESENTAÇÃO DOS AUTORES
AGRADECIMENTOS

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Luiz Bras Resenha “Mestre das Marés”

O escritor Luiz Bras resenhou o romance Mestre das Marés, segundo livro da série As Lições do Matador, de Roberto Causo.

 

Arte de capa de Vagner Vargas.

A resenha apareceu em 4 de março no blog Ficção Científica Brasileira, que se dedica à FC nacional, em textos de até 500 palavras.

 

Na resenha, Luiz Bras começa reclamando que, na maior parte da space opera militar no campo audiovisual, “as séries e os filmes tendem a ser mais sensuais e pirotécnicos (atores bonitos, música vibrante, lutas coreografadas, explosões) e menos conceituais e abstratos (aprofundadas noções científicas, sutilezas filosóficas, inteligência tática, pragmatismo) do que os contos e os romances”. E ainda: “Nas space operas audiovisuais, por exemplo, nada me aborrece mais do que as batalhas no espaço. Quando duas frotas antagônicas se encontram, não há qualquer planejamento, não há a mínima estratégia. Os artilheiros e os pilotos parecem malucos chapados. Os caças voam bestamente atirando pra todos os lados. Em solo a situação não é melhor: as tropas parecem mais um bando de bárbaros desnorteados, gritando e disparando a torto e a direito.”

 

Em contraste e sobre Mestre das Marés, Luiz Bras observa:

“Um dos elementos mais elaborados oferecidos pelo romance Mestre das Marés, de Roberto de Sousa Causo, é justamente o que falta nas minisséries e nos filmes de ficção científica militar: estratégia. […] Também dá gosto ler uma space opera em que a maioria dos personagens é parda, negra ou índia.” —Luiz Bras.

A resenha completa você pode conferir aqui.

 

 

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