Opiniões

Veja algumas repercussões positivas das aventuras de Jonas Peregrino e Shiroma:

 

 

Jonas Peregrino já é um dos mais notáveis personagens da ficção científica brasileira, e as histórias da série destacam-se pela pesquisa (o que as torna verossímeis), a vibrante narrativa e a construção de um universo ficcional rico de possibilidades.”
—Marcello Simão Branco, co-autor do Anuário Brasileiro de Literatura Fantástica.

 

“Acho que é difícil falar de FC militar nacional e não falar de Roberto de Sousa Causo.”

—J. M. Beraldo, autor de Taikodom: Despertar.

 

“Além de destaques internacionais, como Asimov e Herbert, Roberto de Sousa Causo e Gerson Lodi-Ribeiro são importantes nomes nacionais [da space opera].”

—Alexandre Lucchese, Zero Hora.

 

Sobre Glória Sombria: A Primeira Missão do Matador:

“Causo, um dos grandes nomes da FC hard brasileira, nos conduz por uma trama envolvente nas profundezas da Via Láctea. Glória Sombria prende o leitor da primeira à última página enquanto o herói se envolve em batalhas espaciais, disputas políticas e o jogo do poder em uma força militar do futuro. Um digno sucessor de Tropas Estelares de Heinlein e da Guerra Eterna de Haldeman.”

—Jorge Luiz Calife, autor da Trilogia Padrões de Contato e de Angela Entre Dois Mundos.

Glória Sombria é o ótimo início de uma saga épica protagonizada por Jonas Peregrino, herói de perfil clássico (vale dizer: honrado e incorruptível), seguindo seu destino numa esfera de civilizações em expansão. O conflito com os tadais é intenso, mas não é o único. Outros, de natureza moral, cercam o matador-peregrino, pondo à prova sua inteligência e integridade. Enfim, um herói para tempos sombrios, com o qual os leitores gostarão de se identificar.”

—Nelson de Oliveira, autor de Poeira: Demônios e Maldições.

“A trama de Glória Sombria lembra o clássico Guerra sem Fim, de Joe Haldeman  … Tem toda aquela tecnologia que nos acostumamos a ver nas space operas mais modernas. Robôs, ciborgues, naves espaciais capazes de saltos no hiperespaço e planetas extraterrestres. Se fosse filmado, o livro do Roberto não ficaria nada a dever em relação a outras obras do gênero, como o Avatar, do James Cameron, ou o recente Oblivion com o Tom Cruise. Infelizmente, aqui no Brasil é praticamente impossível um livro de ficção virar filme, o cinema brasileiro ainda não tem dinheiro para isso … Não importa, é só abrir o livro do Roberto Causo e deixar a imaginação fluir. A capa é do competente Vagner Vargas, que também criou várias ilustrações para o interior da obra.”

—Diário do Vale.

“O paulista Roberto Causo, considerado um dos grandes escritores de ficção científica da atualidade, lança pela Devir Glória Sombria.”

—Társis Salvatore. Mundo Nerd.

Glória Sombria pode, sem dúvidas, ser chamado de ‘ficção científica brasileira’, e não apenas de ‘ficção científica do Brasil’. A diferença entre as duas expressões pode não saltar aos olhos, mas demarca a distinção entre a produção que apenas é produzida aqui em emulação aos autores estrangeiros e a que de fato consegue apresentar traços distintivos nacionais. E a origem pantaneira de Peregrino não é o maior deles. O sense of wonder (senso de maravilhamento, em tradução livre) tão caro ao autor é dado pela incorporação de elementos brasileiros ao cenário de batalha no espaço sideral…”

—Ramiro Giroldo, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul.

 

“Um dos méritos de Glória Sombria é a força de um texto enxuto e que prende a atenção, com um personagem carismático e eticamente impecável … Glória Sombria é um romance curto, pouco maior do que uma novela, e sua aparente despretensão mostra que é possível problematizar os conceitos do gênero, no caso, da space opera militar, e inserir novos pontos de vista, mais relacionados com a posição brasileira — ou latino-americana — dentro do contexto literário e político internacional.”

—Marcello Simão Branco. Anuário Brasileiro de Literatura Fantástica 2013.

“O livro não se limita apenas ao conflito em si. Visto que os próprios vilões nunca aparecem … existe a necessidade de outros antagonistas ao longo do livro. Eles aparecem na forma não só de outras facções humanas … como também com um conflito interno digno das intrigas de corte. Me deu a impressão de ser uma ótima sacada e que acabou tornando o livro mais humano … Gostei bastante do livro … Você gosta de ficção científica? Você gosta de ficção militar? Então leia o Glória Sombria.”

—J. M. Beraldo, autor de Taikodom: Despertar.

 

“Gostei do livro, principalmente porque foi bem diferente do que eu esperava. Me surpreendi com a amoralidade de alguns personagens, mais preocupados com sua carreira política do que em defender causas justas. Outro toque que achei bacana foi a metalinguagem envolvendo [a série] Perry Rhodan. Em suma, o que me agradou é que o livro no geral destoa do que se espera da space opera (linha entre o bem e o mal bem definida, mocinhos e bandidos, etc.).”
—Daniel I. Dutra, autor de A Eva Mecânica e Outras Histórias de Ginoides.

 

“O autor escreveu uma história com os elementos típicos da space opera, mas com uma identidade tipicamente brasileira. Esta identidade foi alcançada pela inclusão da politicagem e das trocas de favores na sociedade do século XXV, muito comuns na vida do brasileiro, que está mais acostumado a denúncias de corrupção do que a divulgação de inovações tecnológicas. Particularmente, acredito que isto torna a ficção científica de Causo única, pois muito do que se escreve no gênero no país, segue os clichês estabelecidos pelos escritores americanos das décadas de 80 e 90 … Um excelente livro, que merece ser lido por todos os fãs do gênero, e que pela riqueza de detalhes, apresenta grandes possibilidades para ser usado em outras mídias, como quadrinhos e jogos de RPG.”

—Chico Martellini, blogue Além da Imaginação.

 

Glória Sombria, de Roberto de Sousa Causo, publicado pela Devir, apresenta um episódio mais adensado das aventuras de Jonas Peregrino, da série space opera As Lições do Matador, que o autor vem desenvolvendo em diversas antologias publicadas recentemente.”

—Cesar Silva. Anuário Brasileiro de Literatura Fantástica 2013.

 

Com um apelo militar fortíssimo, Roberto Causo lançou mais uma obra no universo de Jonas Peregrino, num trabalho gráfico belíssimo da Devir, o romance Glória Sombria.”

—Mustafá Ali Kanso, autor de A Cor da Tempestade.

 

“A Devir Livraria está lançando Glória Sombria, obra do mestre da ficção científica nacional Roberto de Sousa Causo.”

—Site HQ Maniacs.

 

“Um belo exemplar de FC hard brasileira, conta o início da trajetória de Peregrino, que recebe a missão de formar uma unidade de elite e defender a evacuação de um planeta ameaçado.”

—Rodrigo van Kampen, editor da revista Trasgo.

 

Sobre “Descida no Maelström”:

“Na melhor história do livro, Causo narra uma vibrante aventura hard envolvendo uma batalha espacial, numa óbvia homenagem ao texto clássico de Edgar Allan Poe. Astronautas de uma Terra que conquistou o espaço mas continua politicamente dividida, realizam missão de reconhecimento e combate a uma base dos tadais, uma agressiva e mais avançada tecnologicamente civilização extraterrena. A sequência final de salvamento do protagonista por seres alados de um planeta gasoso é puro sense of wonder.”

—Marcello Simão Branco. Resenha de Futuro Presente no Anuário Brasileiro de Literatura Fantástica 2009.

 

Descida no Maelström, do escritor paulista Roberto Causo, é … um bom conto — entre os melhores do autor e também desta coletânea. Insere-se bem em uma das mais antigas tradições da ficção científica, a da guerra interestelar, mas sem se aprisionar em clichês previsíveis — e sem imitar demais o mestre Edgar Allan Poe, cujo conto homônimo lhe serve de referência. O autor dá ao velho tema um toque brasileiro e humanista e trabalha com especulações sobre física, biologia e tecnologia de maneira coerente e interessante.”

—Antonio Luiz M. C. Costa. Resenha de Futuro Presente, no site da revista CartaCapital.

 

“Um dos contos de Futuro Presente, o Descida no Maelström, de Roberto de Sousa Causo, com sua linguagem ora inovadora e difícil, proporciona ao leitor entrar em outra realidade, tão bem criada e tão detalhada, que os euro-russos, os robôs-tadai, os quadrúpedes esbeltos do Povo de Riv, os quase humanóides folsoranos, os encarapaçados mukbukmabaksai, e Peregrino, o protagonista, passam a ser personagens criadas pelo leitor, que acompanha vidrado as cenas de ação e aventura da história. Phlegethon passa a ser o seu quarto, caso o leitor aí esteja.”

—Sinvando Jr. Resenha de Futuro Presente no Rascunho: O Jornal de Literatura do Brasil .

 

“Adorei [‘Descida no Maelström‘] no Futuro Presente … É ótimo! Peregrino é demais. E aquela cena do mergulho dele, no começo, em direção da base tadai é ótima, de tirar o fôlego. Gostei muito.”

—Claudio Brites, Editor da Terracota Editora.

 

” ‘Descida no Maelström‘, de Roberto Causo, é um bom conto de FC hard, escrito à maneira clássica, sobre um velho soldado que talvez não tenha lugar num mundo de paz, ou num mundo onde a guerra toma outras direções.”

—Álvaro Domingues. Resenha de Futuro Presente no blogue Homem Nerd.

 

Sobre “Trunfo de Campanha”:

” ‘Trunfo de Campanha‘, de Roberto de Sousa Causo, traz de volta o personagem Jonas Peregrino … em meio a uma intriga palaciana pelo controle de parte da galáxia.”

—Dorva Rezende. Plural — Notícias do Dia.

 

“Um conto divertido e competente de Causo … Aqui o inimigo de Peregrino é bem mais sutil e por isso mais danoso.”

—Álvaro Domingues. Resenha de Assembleia Estelar no blog Homem Nerd.

 

“Em ‘Trunfo de Campanha‘, Roberto de Sousa Causo lida com o problema ético de um herói de guerra pressionado para participar da política galáctica …”

—M. Elizabeth Ginway, autora de Ficção Científica: Mitos Culturais e Nacionalidade no País do Futuro.

 

“Roberto de Sousa Causo apresenta o conto ‘Trunfo de Campanha‘. Causo é um dos nomes mais importantes do cenário da FC nacional, e costuma utilizar muito bem o ambiente militar para compor suas histórias, e aqui não é diferente. O conto faz parte de uma série de aventuras com o personagem Jonas Peregrino, numa galáxia cada vez mais povoada e colonizada por humanos. A história não traz qualquer ação militar propriamente dita, mas o envolvimento de militares nas tentativas de políticos em dominarem o ambiente, após o aparente e inexplicável término de uma guerra contra uma raça alienígena. A história trabalha muito bem com a forma pela qual os políticos utilizam figuras públicas, famosas, para atingir seus objetivos.”

—Gilberto Schoereder. Resenha de Assembleia Estelar em Vimana: Portal de Fantasia e Ficção Científica.

 

Sobre “A Alma de um Mundo”:

” ‘A Alma de um Mundo‘ é a terceira aventura do Capitão Jonas Peregrino, valente e sagaz herói espacial brasileiro, criado por Roberto de Sousa Causo … Como nas outras aventuras do Capitão Peregrino, Causo usa nomes de lendas e localidades ligadas a cultura sul-americana, com uma trama fortemente influenciada pelas clássicas óperas espaciais americanas, mas com doses de intriga política e lutas por poder, marca registrada das histórias do personagem e tema muito comum na realidade diária do brasileiro. Uma boa e empolgante aventura, sem dúvida.”

—Francisco Martellini. Resenha de Space Opera II no blogue Além da Imaginação.

 

“O conto de Roberto de Sousa Causo, no livro Space Opera II, da editora Draco é muito, mas muito bom. Se pensar na analogia com a ópera, Causo é um grande maestro de uma partitura que veio pronta de alguma realidade paralela; tamanha a veracidade de todos os fatores ambientais, políticos e sociais que ele apresenta. Eu já venho acompanhando as aventuras de Peregrino e toda vez que leio um capítulo na vida desse personagem eu só penso: quero mais … Peregrino é um personagem clássico, de temperamento forte, daquelas que sentimos saudades, embora achemos um pouco correto demais. Um macho alfa que se respeita, e pronto. Mas é emocional, tem um ar próprio, com certa brasilidade, o que faz com que não seja uma cópia de personagens da literatura de FC ou do cinema americano … Acho que posso perceber o autor se divertindo enquanto viaja nesse mundo que nos criou. Essa energia vinda de lá, nos faz entrar fácil na nave e acompanhar a história.”

—Claudio Brites, Editor da Terracota Editora.

 

“Li ‘A Alma de um Mundo‘, do Roberto Causo … História interessante e muito bem elaborada!”

—Eduardo Kasse, autor de O Andarilho das Sombras.

 

Sobre “Tengu e os Assassinos”

“Chama a atenção pela sua narrativa … Escrito de forma fluída, o autor soube causar efeito com suas palavras. Os personagens também são cativantes e inteligentes, proporcionando uma história completa.”

—Blog Desbrava(dores) de Livros.

 

Sobre “Rosas Brancas”

“O conto de Roberto Causo é claramente uma parte de algo mais ambicioso. O tema anda à volta de humanos artificiais com falsas memórias, quase super-humanos que não se apercebem do quanto são diferentes em relação à humanidade à qual se julgam pertencer … A vénia a P. K. Dick e a Mary Shelley é bem conseguida numa história cheia de acção.”

—Artur Coelho (Portugal). Resenha da revista Trasgo N.º 3, no blogue Intergalacticrobot.

 

“Gostei da premissa e da escrita e claro que fiquei curioso com o resto deste universo.”

—Marco Lopes (Portugal). Resenha da revista Trasgo N.º 3, no blogue O Senhor das Luvas.

 

“Minha entrevista com o autor Roberto de Sousa Causo foi publicada na Revista Trasgo … O bate-bola faz referência ao conto ‘Rosas Brancas‘ publicado na mais nova edição da Trasgo. E, já aviso, é um dos melhores contos que já li. Te dá vontade de fazer download da temporada toda. Sim, é literatura no modo impressionante que te faz imaginar todas as cenas num telão de cinema…”

—Stefano Sant’Ana, no blogue Stefano Sant’Ana: Livros, Estilo de Vida e Jornalismo.

 

Sobre Shiroma, Matadora Ciborgue

Shiroma é uma pós-humana: uma garota geneticamente aperfeiçoada, com implantes biocibernéticos e inteligência incomum. É também uma das personagens femininas mais interessantes da contística atual, em tempos de igualdade de gênero e empoderamento da mulher. Ela protagoniza 11 contos de ação e reflexão, em que se entrelaçam perenes conflitos sociais e morais, tangidos por uma tecnologia ‘indistinguível da magia’, como diria Arthur C. Clarke.”

—Nelson de Oliveira, no “Guia Livros, Discos, Filmes” da Folha de S. Paulo, 30 de abril de 2016.

 

“Em anos anteriores eu já havia lido alguns desses contos. Lembrava-me deles justamente por serem narrativas de ação centradas numa personagem feminina que não estava ali nem para ser salva, nem para servir às vontades românticas ou eróticas de ninguém. Das onze histórias, só uma não é contada do ponto de vista dela … Considerando que pessoalmente não sou muito afeita a histórias de ação, gostei do livro. As aventuras recheadas de colônias extraterrestres, espécies alienígenas, armamentos, nanotecnologia, conspiração, trans-humanismo e dilemas morais proporcionam uma leitura divertida.”

—Camila Fernandes, no site Minas Nerds.

 

“São onze contos estrelados pela personagem título, que é forte em vários sentidos. Ficção científica que nunca desgruda o olho da alteridade e nem da diversão. Recomendo!”

—Ramiro Giroldo, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul.